Showing posts with label exposição. Show all posts
Showing posts with label exposição. Show all posts

No V&A Museum of Childhood: Institute of Play

An installation by Colin Booth
6 November 2010 - 13 March 2011

Do site do Museu:
"A cityscape of building blocks created by artist Colin Booth on display on the Museum's Marble Floor. At the Museum visitors can see many of the different kinds of building blocks that children have played with for over 100 years. Inspired by these, artist Colin Booth has created a giant sculptural installation from 3,000 wooden blocks, forming a massive cityscape made from exactly the kind of materials that children have always played with, to create their own buildings or cities. Institute of Play shows how children, artists and architects can share a common interest in materials, alongside a sense of play."

Fonte: http://www.vam.ac.uk

Exposição no V&A Museum of Childhood em Londres de 9/10/2010 até 9/1/2011

Do site do Museu:
Collecting and making paper models has been a popular pastime since the later part of the eighteenth century, with companies such as Pellerin, Schreiber, Micro Models and Milton Bradley in Europe and America producing some of the most collectible versions.
The exhibition is divided into three areas. The first concentrates on architects, architecture and paper models produced specifically for adults. The second is a display of a model town, exploring how in addition to famous landmarks, schools and shops, stations and windmills were also very popular to collect and make. The third theme looks at paper models produced for children, and how they have been adapted over time to make them easier to play with, using themes of entertainment and education. As part of the exhibition, visitors will be invited to make their own 3D paper buildings as part of a giant collaborative cityscape.

Fonte: http://www.vam.ac.uk

O brinquedo de arquitectura segundo Douglas Coupland

Para os jovens da minha geração (1970) que tenham, ou tenham tido, algum gosto pela leitura ,o nome de Douglas Coupland não é certamente uma novidade. Geração X, o seu primeiro e mais famoso livro, de 1991, tornou-se rapidamente numa novela de culto, lançando o seu autor para o estrelado literário, segundo uma trajectória verdadeiramente meteorítica. Considerada uma obra tipicamente pós-moderna, foi a primeira de uma longa série de livros. Desde então, Coupland já escreveu mais dez novelas e vários ensaios com traduções em 36 línguas. A sua última obra, uma biografia sobre o filósofo visionário Marshall McLuhan, foi editada em Março de 2010.

O que me leva a falar de Coupland, hoje e aqui, é ter descoberto que este autor canadiano, com formação em artes em Vancuver, Milão e Sapporo, foi responsável em 2005 por uma instalação no Canadian Centre for Architecture (CCA) com o título “Super City”.
Para compreender melhor, falta dizer duas coisas: a primeira é que a instalação de Coupland no CCA segue uma série de exposições (6 desde 1991) ao longo das quais o Centro foi mostrando a sua colecção de brinquedos de Arquitectura. Uma colecção, anteriormente propriedade de Norman Brosterman (ver artigo de Junho), considerada a maior e mais importante colecção deste género de propriedade de uma instituição. A segunda coisa é que Super City não é só o título da instalação mas é, sobretudo, o nome de um brinquedo considerado, justamente pelo próprio Douglas, nada mais que "the best building kit ever made—possibly even better than Lego."

Na altura, num artigo da archiseek.com: "Illustrating his theory that building toys have the power to feed themselves back into the real world of objects and ideas, Coupland’s Super City installation invokes an imaginary urbanscape by deftly combining scale-models of high-rise buildings, monuments, and infrastructural elements with an assortment of parts from the various building kits in his personal collection. Toronto 's monumental CN Tower (1976), segments of the U.S. interstate highway system, and typical American water towers, and most infamously, the World Trade Center towers by Yamasaki (1966–77) destroyed on 11 September 2001, are all integrated with parts from the Super City, Tinkertoy, Jumbo Lego, Meccano, Tog'L, and Matador kits. Occupying a space 12' x 12' x 12', the assemblage of shapes and objects is uniformly painted white, echoing Coupland's recollection that as a child, he perceived "everything in the Lego universe as perfect and crisp and anti-death.... Lego was the future. White. Clean. Plastic." 

Uma história bizarra a deste brinquedo que foi lançado pela Ideal Toys, um dos maiores fabricantes de brinquedos norte-americanos, em 1967 e retirado do mercado no ano seguinte, Diferentemente do Lego, por exemplo, Super City é um brinquedo destinado exclusivamente à construção de edifícios. As peças, feitas de plástico, juntavam-se segundo uma lógica construtiva extremamente parecida com a adoptada nos edifícios prefabricados que, mesmo nos anos 70, representavam um paradigma de progresso e industrialização da Arquitectura e que estavam a ser projectados e construídos pelo mundo fora. Pilares e vigas uniam-se em ângulo recto criando gaiolas estruturais que podiam ser tapadas com elementos opacos, janelas ou outros tipos de painéis com diferentes acabamentos. Resultavam sempre em edifícios caracterizados por uma linguagem extremamente moderna e absolutamente coerente com a época.

As tipologias propostas na caixa de montagem eram heliportos, centros de investigação, estações e arranha-céus. "Anything made from Super City looked like a Craig Elwood or a Neutra or a Wallace K. Harrison", comentou Coupland, segundo o qual o fracasso deveu-se à excessiva sofisticação do brinquedo para as crianças que o recebiam.

Para quem queira saber mais, sobre seja o que for, há sempre o Google. Aconselho só uma rápida visita à casa de Douglas Coupland, onde se podem ver algumas construções feitas com Super City.

XVIII Automobilia - Feira Internacional de Trocas e Vendas (Aveiro)

Para quem esteja interessado, neste fim-de-semana vai haver a XVIII edição da Automobilia.
Do site da Camara de Aveiro: "O Clube Aveirense de Automóveis Antigos - CAAA promove, nos próximos dias 22 e 23 de Maio, mais uma edição da Automobilia de Aveiro – a décima oitava. Este evento é considerado por todos os aficionados do coleccionismo de veículos antigos, como o certame com maior expressão nacional e internacional do sector, tendo-se transformado numa espécie de “Mecca do coleccionismo” em Portugal." Além disso este evento é uma referência a nível nacional para a venda e troca de miniaturas e brinquedos.

No Sábado, dia 22, a exposição pode ser visitada das 10.00 às 21.00 horas, e no Domingo, dia 23, entre as 10.00 e as 20.00 horas.

Exposição de brinquedos portugueses na Maia

No Museu de História e Etnologia da Terra da Maia vai estar patente, até 28 de Agosto de 2011, a exposição “Brinquedos do nosso mundo”.
Do site: “A segunda fase da exposição (...) resulta de uma parceria  entre a Câmara Municipal da Maia e dois coleccionadores particulares, desenvolve-se em duas salas, uma dedicada exclusivamente ao brinquedo português e outra com uma colecção de bonecas de todo mundo e bonecas antigas e actuais, colecção esta que substitui a colecção de brinquedos do Museu de Seia que esteve patente até finais de Fevereiro.”

A parte da exposição relativa ao brinquedo português, de responsabilidade do coleccionador Carlos Anjo, apesar de ser bastante pequena consegue ser suficientemente completa e heterogénea para que o visitante consiga ter uma boa panorâmica de um universo que as novas gerações certamente desconhecem. Osul, Metosul, Hércules, Armindo Moreira Lopes, José Augusto Júnior, Fabrinca ou PEPE são só algumas das marcas que, entre os anos 1940 e 1970, fizeram vibrar muitas crianças portuguesas.

Merece uma visita.

Horários:
Terça a Sexta-feira:
09:30h – 13:00h
14:00h – 17:30h
Sábado e Domingo:
14:30h – 17:30h

Contactos:
Praça 5 de Outubro
Santa Maria de Avioso, 4475 – 601 Maia
Tel: 229871144

Exposição de brinquedos na Fundação de Oriente

Inserida no evento Festa do Japão, que decorre entre 16 de Abril e  9 de Maio, abriu no dia 20 de Abril e vai estar patente até ao dia 11 de Julho, no Museu do Oriente, a exposição OMOCHA, BRINQUEDOS TRADICIONAIS DO JAPÃO.

Do site da Fundação:
"Nenhum país do Mundo iguala o Japão na produção de brinquedos, seja em quantidade, diversidade ou riqueza. Não existe, nas línguas ocidentais, tradução exacta da palavra omocha, que quase sempre traduzimos por brinquedo. A tradução é, contudo, enganadora já que estes objectos destinam-se não só às crianças mas, muitas vezes, também aos adultos. Omocha significa, mais particularmente, objectos tradicionais, muitas vezes com uma função lúdica, mas que vão buscar os seus simbolismos às crenças religiosas. Monstros, divindades, homens ou animais, estes objectos saídos da arte popular estão sobretudo ligados a crenças religiosas, são de uso ou origem religiosa a que se juntam elementos xintoístas mas também budistas. Igualmente objectos de divertimento, amuletos da sorte, recordação de peregrinações, eles acompanham também eventos anuais, como as festas locais. Daí que muitos destes objectos sejam vendidos nos mercados dos templos. Associados aos festivais, encontram-se nestes mercados quer produções regionais quer objectos genéricos, cujo simbolismo todos conhecem. Concebidos a partir de materiais tão diversos como a madeira, argila, pedra, papel, palha ou tecido, congregam as tradições estéticas, técnicas, sociais e religiosas dos Japoneses.

Não se sabe ao certo quando começaram a produzir-se estes brinquedos tradicionais. Estabelecer uma data torna-se impossível mas é evidente que os brinquedos existem desde tempos muito remotos havendo mesmo documentos que comprovam que, no período Heian (794-1185), o jogo de sugoroku (uma espécie de Jogo da Glória), por exemplo, era já muito popular. Todavia, a maioria dos brinquedos que hoje encontramos são um vestígio do período Edo (1603-1867). A sua produção é gigantesca e representa um recurso económico que não pode ser menosprezado. Se alguns deles podem ser fabricados indiferentemente na totalidade do território japonês, outros são-no apenas em locais precisos. O princípio do ano é a época em que se compra o maior número de brinquedos, talismãs e amuletos da sorte.
A raridade dos objectos antigos não se explica unicamente pela fragilidade dos materiais em que são fabricados. Muitos deles são destruídos todos os anos, queimados ou lançados aos rios, levando com eles todos os malefícios que, supostamente, deviam contrariar, atingindo assim plenamente a sua função protectora."

Horários da Fundação Oriente:
10:00h - 18:00h
encerra à terça-feira
sexta-feira aberto das 10:00h - 22:00h (gratuito das 18:00h - 22:00h)

Morada: Avenida Brasília - Doca de Alcântara ( Norte) Lisboa
Tel. +351 21 358 52 44
e-mail: info@foriente.pt